sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Carnaval *-*

Aaah Carnaval... O que eu posso dizer sobre você? Que você é tudo... Isso todos já sabem, o que mais?! Cara, você deixa o pais em festa, particularmente, o Rio (meu lugar) dança ao som do seu samba, seus blocos enlouquece multidões, blocos clássicos como "Cordão do Bola Preta", "Monobloco", tem aqueles que são recentes mas que caiu no gosto popular como "Bloco da Preta", “Simpatia é Quase Amor", têm aqueles com nome engraçado "Largo do Machado, Mas Não Largo do Copo", “Sovaco de Cristo” e “Mamãe, eu vou ali” entre muitos outros, com suas típicas marchinhas e foliões enlouquecidos. Fantasias? Claro... No carnaval você pode ser o que quiser, se vestir da forma que quiser, exagerar na maquiagem, usar muito brilho durante o dia, você pode ser o maior dos ridículos, que isso não importa, pois é carnaval e nele pode tudo. 
E a Sapucaí? Ferve ao som de uma bateria vitaminada, chora com os enredos mais emocionante, vibra com as riquezas mostrada em cada escola de samba, Sapucaí, a principal avenida do nosso Carnaval! E as famosas "mulatas", no corpo delas você encontra as curvas do meu Rio. O Centro da Cidade vira festa, coisa que durante o ano é motivo de martírio. Nossas ruas ficam cheias, o povo fica mais feliz.
Para muitos o ano só começa mesmo depois do carnaval, olha que maravilha... Comemoramos a virada duas vezes, isso só acontece no Brasil, por isso é o melhor país do mundo. Eu aprendi a amar passar o carnaval na minha cidade... Espero que vocês também aprendam, com muito respeito e educação, para que na quarta feira de cinzas a vida da cidade maravilhosa volte ao normal. Quarta feira de cinzas, uns comemoram e outros choram, por que o carnaval também é um campeonato e na quarta é quando tudo se resolve, tudo tem um fim, sendo o recomeço para as escolas, repartições publicas, ou seja, é quando a vida volta ao normal.

"A luz apaga porque já raiou o dia e a fantasia vai voltar pro barracão, outra ilusão desaparece quarta-feira, queira ou não queira terminou o carnaval..." (Eduardo Krieger). 

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